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MADRID 16 mar. (EUROPA PRESS) - O Exército israelense anunciou nesta segunda-feira a morte de seis supostos combatentes do Movimento de Resistência Islâmica (Hamas), dois deles acusados de participar dos ataques de 7 de outubro de 2023, em um bombardeio direcionado realizado na véspera contra a Faixa de Gaza.
As Forças de Defesa de Israel (FDI) indicaram nas redes sociais que se trata de uma “célula (...) que preparava um plano terrorista contra nossas forças” e divulgaram os nomes de quatro dos sete membros do Hamas mortos no ataque de domingo.
Assim, identificaram Rami Ibrahim Harb e Mazab Ziaz Dara, sobre os quais afirmaram que “se infiltraram em território israelense durante o massacre de 7 de outubro”, que deixou 1.200 mortos e cerca de 250 sequestrados.
Os outros dois identificados são Taufiq Jalidi, outro suposto membro do Hamas, e Abdel Mahmud Amzi, acusado de pertencer aos Comitês de Resistência Popular — uma coalizão de vários grupos armados surgida no ano 2000 e formada principalmente por ex-combatentes do braço armado da Fatah e da Brigada dos Mártires de Al-Aqsa.
O Exército informou que suas tropas estão posicionadas “de acordo com” o estipulado no cessar-fogo alcançado em outubro de 2025 e garantiu que “continuarão agindo para eliminar qualquer ameaça imediata”.
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