Europa Press/Contacto/Rizek Abdeljawad - Arquivo
MADRID, 4 abr. (EUROPA PRESS) -
O exército israelense disse na sexta-feira que Mohamed Salah al-Bardawil, o jornalista palestino que foi morto na madrugada de terça-feira em um ataque à cidade de Khan Younis, no sul da Faixa de Gaza, era um "agente de propaganda" da ala militar do Movimento de Resistência Islâmica (Hamas).
"Bardawil desempenhou um papel central no aparato de propaganda do Hamas, disseminando informações falsas, usando a mídia como uma ferramenta para o terror psicológico e foi ativo na produção de vídeos de propaganda cínica com reféns israelenses durante seu cativeiro em Gaza", disse.
O exército admitiu que ele era "considerado um jornalista conhecido" no enclave palestino, mas insistiu que ele era "parte integrante" da milícia. "A IDF continuará a operar contra o Hamas e eliminará qualquer ameaça aos civis", acrescentou em uma mensagem de mídia social.
Bardawil, um radialista da Radio al Aqsa, ligada ao Hamas, foi morto junto com sua esposa e filhos depois que as Forças de Defesa de Israel (IDF) lançaram um ataque contra sua casa no bairro de Khan Younis.
A morte do radialista ocorre após a morte de dois outros jornalistas - um da Palestine Today e outro da al-Jazeera, do Qatar - no início da semana passada, em bombardeios das IDF no sul e no norte da Faixa de Gaza.
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