Publicado 27/08/2026 22:15

O Exército de Israel volta a invadir a Síria e dispara projéteis a 50 quilômetros de Damasco

Archivo - Arquivo - JERUSALÉM, 28 de novembro de 2025  -- Esta foto divulgada pelas Forças de Defesa de Israel (IDF) em 28 de novembro de 2025 mostra tropas israelenses em operação em Beit Jinn, no sul da Síria. Ataques aéreos e disparos de artilharia isr
Europa Press/Contacto/IDF - Arquivo

MADRID 28 ago. (EUROPA PRESS) -

O Exército de Israel realizou mais uma incursão em território sírio, avançando pela província de Quneitra — palco frequente de operações e patrulhas israelenses — e chegando a disparar dois projéteis contra uma área localizada na região rural de Damasco, a apenas 50 quilômetros da capital.

Mais especificamente, um comboio composto por seis veículos das Forças de Defesa de Israel (FDI) teria avançado de uma base na região montanhosa de Tel al Ahmar, em Quneitra, até a aldeia de Bariqa, localizada a cerca de 30 quilômetros ao sul, conforme informou a emissora de televisão síria Al Ijbariya.

De acordo com esse veículo de comunicação, na mesma operação, as tropas israelenses dispararam dois projéteis entre Tel al Ahmar e a localidade de Beit Yinn, situada no sul da Campina de Damasco e a cerca de 50 quilômetros da cidade histórica.

Essa informação foi confirmada pela agência de notícias estatal síria, SANA, que localizou o ataque na colina de Tal Bat al Warda, situada na Campina de Damasco, nas encostas do Monte Hermon — sob controle israelense desde a queda, no final de 2024, do agora ex-presidente sírio Bashar al Assad. No entanto, os dois projéteis caíram em terrenos agrícolas sem causar feridos.

Esse tipo de operação, realizada com relativa frequência pelas forças israelenses, constitui uma violação do Acordo de Separação assinado em 1974 após a Guerra do Yom Kippur e que está violado há anos, desde que Israel entrou na região das Colinas do Golã sob supervisão da ONU, segundo o governo israelense, como medida preventiva diante da instabilidade que a Síria atravessava naquele momento.

Desde então, as Forças de Defesa de Israel (FDI) vêm realizando prisões e instalando postos de controle, além de terem cometido atos de destruição de propriedades com escavadeiras e ataques com fogo de artilharia.

As autoridades sírias exigiram a retirada das forças israelenses de seu território, ressaltando que todas as medidas adotadas por Israel são “nulas” e “carecem de validade jurídica” segundo o Direito Internacional.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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