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MADRID 25 jun. (EUROPA PRESS) -
O Exército de Israel matou nesta quinta-feira um palestino em uma nova operação realizada na localidade de Sarta, na Cisjordânia, nas proximidades de Salfit, segundo denúncias das autoridades palestinas, em meio ao aumento dessas incursões e dos ataques por parte de colonos nos últimos anos.
O Ministério da Saúde da Autoridade Palestina informou, em um breve comunicado, que a vítima, identificada como Mustafa Taha al-Khatib, de 32 anos, foi baleada pelas tropas israelenses em Sarta, antes de informar que isso eleva para 72 o número de mortos na Cisjordânia, incluindo 17 crianças, pelas mãos das forças israelenses neste ano.
Mahmud Mardaui, alto dirigente do braço político do Movimento de Resistência Islâmica (Hamas), denunciou “o aumento das execuções sumárias por parte do exército fascista de ocupação na Cisjordânia”, antes de acrescentar que essas ações “não enfraquecerão a determinação do povo e seu apego à terra”.
“Esses crimes aumentarão o preço que a ocupação pagará e se voltarão contra ela por meio dos golpes dos heróis da resistência e da determinação do nosso povo, que não renunciará aos seus direitos”, afirmou Mardaui, conforme noticiado pelo jornal palestino ‘Filastin’.
Nesse sentido, ele fez um apelo à população da Cisjordânia e de Jerusalém Oriental para que “aumente sua mobilização” e “enfrente os crimes da ocupação e de seus colonos, diante do aumento dos planos de colonização e judaização”, que descreveu como “uma ameaça à existência, à terra e aos locais sagrados” dos palestinos.
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