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MADRID 28 abr. (EUROPA PRESS) -
O Exército de Israel afirmou nesta segunda-feira ter atacado cerca de vinte “infraestruturas terroristas” atribuídas ao partido-milícia xiita libanês Hezbollah no sul do Líbano e também no vale de Bekaa, no leste do país, apesar do cessar-fogo em vigor, prorrogado na semana passada, para pôr fim aos confrontos com o grupo xiita.
“Durante o dia, as Forças de Defesa de Israel (FDI) atacaram mais de 20 infraestruturas terroristas no Vale do Bekaa e em várias zonas do sul do Líbano, incluindo depósitos de armas e plataformas de lançamento da organização terrorista Hezbollah”, afirmou um porta-voz militar em um comunicado.
Especificamente, as forças israelenses atacaram na Bekaa “um local utilizado para a fabricação de armas e o armazenamento de arsenais da organização terrorista Hezbollah”, segundo o comunicado divulgado, que aponta para a detecção, por parte das autoridades israelenses, de “atividades para restaurar” as instalações.
Da mesma forma, o Exército afirmou ter atacado outros “depósitos de armas” tanto neste vale quanto em várias zonas do sul do Líbano, onde os alvos também teriam incluído “estruturas militares e plataformas de lançamento a partir das quais os terroristas da organização lançavam foguetes em direção ao território do Estado de Israel”, segundo o porta-voz das Forças de Defesa de Israel.
“As FDI continuarão agindo contra as ameaças aos cidadãos do Estado de Israel e às suas próprias forças”, advertiu, antes de garantir que as forças israelenses “atuam de acordo com as diretrizes do alto comando político”.
A campanha militar israelense no Líbano não cessou, apesar do cessar-fogo teoricamente em vigor e prorrogado na semana passada no âmbito das negociações entre os dois países para pôr fim aos confrontos com o Hezbollah. De fato, nesta mesma segunda-feira, quatro pessoas morreram e outras 51 ficaram feridas, incluindo três crianças, segundo informou o Ministério da Saúde libanês, cujo balanço de vítimas dos ataques de Israel desde 2 de março já ultrapassa 2.520 mortos e 7.800 feridos.
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