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MADRID 2 mar. (EUROPA PRESS) -
As Forças de Defesa de Israel (FDI) garantiram nesta segunda-feira ter matado altos funcionários da inteligência iraniana no ataque inicial lançado contra Teerã, no âmbito da ofensiva surpresa de sábado lançada em conjunto com os Estados Unidos para decapitar a República Islâmica e que deixou mais de 500 mortos no país asiático, entre eles o líder supremo, o aiatolá Alí Jamenei, e vários ministros e altos funcionários do Exército iraniano. Em uma mensagem nas redes sociais, as FDI confirmam que lançaram um ataque contra a sede do Ministério da Inteligência seguindo “informações precisas da inteligência das Forças de Defesa de Israel”. “Eles foram localizados e eliminados durante o ataque inicial da Operação 'Leão Rugindo'”, indicaram em uma mensagem nas redes sociais.
O balanço de Israel é que o ataque matou o vice-ministro da Inteligência, Yahya Hamidi, que é apontado como responsável por “Assuntos de Israel” e acusado de “liderar atividades terroristas contra judeus, atores ocidentais e opositores do regime dentro e fora do Irã”.
Jalal Pour Hossein, chefe da divisão de Espionagem, entre outros altos cargos do Ministério, também teria sido morto nesta operação. No sábado, os Estados Unidos lançaram uma ofensiva surpresa conjunta com Israel com o objetivo declarado de forçar uma mudança de regime em Teerã. O ataque acabou com o líder supremo iraniano, o aiatolá Alí Jamenei, uma operação à qual o Irã respondeu atacando Israel e interesses militares americanos em países do Golfo.
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