Europa Press/Contacto/Laurent Coust
MADRID 15 fev. (EUROPA PRESS) - As Forças Armadas da França apreenderam 2,4 toneladas de cocaína transportadas a bordo de um navio com bandeira estrangeira — não especificada — em uma operação realizada na zona marítima da Polinésia Francesa.
Um navio da Marinha francesa, com o apoio de um avião militar, interceptou uma embarcação suspeita em alto mar e, após uma inspeção a bordo, encontrou cerca de 100 pacotes de cocaína, que foram destruídos.
A ação das forças militares francesas ocorreu nesta quinta-feira e não foi possível impedir que o barco continuasse sua viagem devido à recusa da tripulação em ceder sua jurisdição às autoridades francesas, uma vez que o navio arvorava bandeira de um país estrangeiro.
Por esse motivo, após confiscar a mercadoria ilegal, o navio continuou sua viagem, que não tinha como destino nenhuma zona da Polinésia Francesa, respondendo assim ao Direito internacional e após consulta ao Ministério Público de Papeete, capital do arquipélago.
“Esta operação, semelhante às realizadas desde o início do ano e que já resultaram em uma apreensão recorde de mais de 9 toneladas de cocaína no mar, foi liderada pelo Alto Comissário da República na Polinésia Francesa, delegado do governo para assuntos marítimos. Mobilizou importantes recursos humanos e materiais das Forças Armadas Francesas na Polinésia Francesa (FAPF), com o apoio da Gendarmerie Nationale, do Gabinete Antinarcóticos Francês (OFAST) e a cooperação de agências do governo americano”, diz um comunicado emitido pelo Alto Comissariado da França na Polinésia.
Só desde o início do ano, essas operações apreenderam um total de 11,5 toneladas de narcóticos em alto mar, às quais se somam mais de 400 quilos apreendidos no porto de Papeete. No total, o valor econômico de toda a droga confiscada ascende a cerca de 2,4 bilhões de dólares (cerca de 2 bilhões de euros). “Com essas operações, a França demonstra seu firme compromisso na luta contra o tráfico de drogas na região do Pacífico e contribui para a segurança regional e a proteção das populações”, conclui o comunicado.
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