Publicado 22/07/2026 20:02

O Exército dos EUA inicia sua décima segunda noite consecutiva de ataques contra o Irã

Archivo - Arquivo – 17 de março de 2026, USS Gerald R. Ford, águas internacionais: Uma aeronave F/A-18E Super Hornet da Marinha dos Estados Unidos, pertencente ao esquadrão “Ragin’ Bulls” do 37º Esquadrão de Caças de Ataque, pousa no convés de voo do port
Europa Press/Contacto/Us Navy/U.S Navy - Arquivo

MADRID 23 jul. (EUROPA PRESS) -

O Exército dos Estados Unidos iniciou, minutos antes da meia-noite desta quinta-feira, sua décima segunda noite de ataques contra o Irã, uma nova jornada de ataques ordenados pelo ocupante da Casa Branca, Donald Trump, e com os quais Washington busca minar a capacidade de Teerã de ameaçar o tráfego comercial no Estreito de Ormuz.

“Hoje (quarta-feira), às 17h30 (horário da Costa Leste dos Estados Unidos, 23h30 na Espanha peninsular e 1h00 da quinta-feira no Irã), as forças americanas começaram a lançar novos ataques contra alvos militares iranianos, seguindo as ordens do comandante-chefe”, anunciou nas redes sociais o Comando Central (CENTCOM) do Exército dos Estados Unidos, referindo-se com essa última menção a Trump.

O órgão militar afirmou, além disso, que sua “missão continuará com o objetivo de reduzir ainda mais a capacidade do Irã de ameaçar marinheiros civis e navios mercantes que transitam pelas águas da região”. Refere-se, assim, aos ataques atribuídos às forças da República Islâmica contra petroleiros e navios-tanque, entre outras embarcações, embora Teerã tenha vindo a empregar uma linguagem ambígua ao se referir especificamente a esses incidentes, apontando, por exemplo, a “incêndios” e “explosões”, sem assumir a responsabilidade.

Pouco antes, o próprio CENTCOM negou que a Marinha da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã “dê a entender que os navegantes internacionais só possam utilizar as rotas que a Guarda considere oportunas”, qualificando de “falsa” a premissa de que esse órgão militar iraniano “controle a saída e a entrada do Estreito de Ormuz”.

“O Irã não controla o Estreito de Ormuz. A via navegável internacional permanece aberta ao tráfego, independentemente das ameaças e dos ataques da Guarda Revolucionária”, afirmou o Comando Central, garantindo que, “desde o início de maio, as forças americanas ajudaram mais de 900 navios a transitar pelo estreito” e que os navios continuam cruzando essa passagem estratégica “com o apoio militar dos Estados Unidos”.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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