MADRID 23 abr. (EUROPA PRESS) -
O Exército dos Estados Unidos informou nesta quarta-feira que 31 navios receberam ordem de dar meia-volta ou retornar ao porto “como parte do bloqueio norte-americano contra o Irã” no Estreito de Ormuz, afirmando que a maioria eram petroleiros e que a maior parte deles “acatou” as diretrizes das forças armadas norte-americanas.
Foi o que anunciou o Comando Central das Forças Armadas dos Estados Unidos (CENTCOM), que afirmou que “as forças americanas ordenaram a 31 navios que dessem meia-volta ou retornassem ao porto como parte do bloqueio americano contra o Irã” ao divulgar nas redes sociais uma infografia sobre o próprio bloqueio.
Nela, o órgão militar alegou que “a maioria dos navios acatou as ordens americanas” e que, da mesma forma, “a maioria dos navios obrigados a dar meia-volta eram petroleiros”.
Além disso, precisou, com relação ao destacamento do Exército americano, que a missão conta com “mais de 10.000 soldados”, “mais de 100” aeronaves de combate, de vigilância e helicópteros e “mais de 17 navios de guerra”, entre os quais haveria porta-aviões, navios de assalto e de transporte anfíbio, de desembarque e de combate litoral, e também contratorpedeiros com mísseis guiados.
Por outro lado, nesta mesma quarta-feira, o referido comando quis negar “informações imprecisas”, atribuídas a “alguns meios de comunicação”, relacionadas ao fato de que vários navios mercantes teriam contornado o bloqueio imposto por Washington no estreito, citando como exemplos as embarcações Hero II e Hedy, de bandeira iraniana.
“O Hero II e o Hedy não atravessaram o bloqueio como parte de uma frota que transportou milhões de barris de petróleo para o mercado”, defendeu o CENTCOM, acrescentando que “os petroleiros com bandeira iraniana estão ancorados em Chah Bahar, no Irã, após terem sido interceptados pelas forças americanas no início desta semana”.
Por sua vez, o petroleiro Dorena, segundo acrescentou a autoridade militar, “esteve sob a escolta de um contratorpedeiro da Marinha dos Estados Unidos no Oceano Índico, após ter tentado anteriormente violar o bloqueio”.
“O Exército dos Estados Unidos tem alcance global. As forças americanas estão operando e fazendo cumprir o bloqueio em todo o Oriente Médio e além”, afirmou.
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