Publicado 09/04/2026 09:45

O Exército dos EUA afirma que está monitorando o cumprimento do cessar-fogo: "Continuamos preparados caso sejamos chamados"

27 de março de 2026, USS Thomas Hudner, Estados Unidos: O contratorpedeiro de mísseis guiados da classe Arleigh Burke da Marinha dos Estados Unidos, USS Thomas Hudner, lança um míssil de ataque terrestre Tomahawk em apoio à Operação Epic Fury, em 21 de ma
Europa Press/Contacto/U.S Navy/U.S. Navy

MADRID 9 abr. (EUROPA PRESS) -

O Exército dos Estados Unidos afirmou nesta quinta-feira que continua presente na região do Oriente Médio e vigia o cumprimento do cessar-fogo temporário acordado com o Irã, ressaltando que suas forças continuam prontas para retomar a operação “Fúria Épica” caso a situação o exija.

“As forças americanas suspenderam as operações ofensivas de acordo com o cessar-fogo em vigor. No entanto, continuamos presentes, continuamos vigilantes e continuamos preparados caso sejamos solicitados”, indicou o comandante do Comando Central dos Estados Unidos (CENTCOM), o almirante Brad Cooper, na última atualização publicada em suas redes sociais.

Cooper ressaltou que os Estados Unidos continuam “lado a lado” com seus parceiros regionais para “manter o sistema de defesa antiaérea ativo mais sofisticado e abrangente do mundo”, depois que os países do Golfo enfrentaram ondas de ataques iranianos, lançados em retaliação à ofensiva dos Estados Unidos e de Israel.

Em sua atualização, o CENTCOM destacou que cumpriu o objetivo final de “desmantelar a capacidade do regime iraniano de projetar poder além de suas próprias fronteiras” e, após enfatizar o papel de mais de 50.000 soldados americanos mobilizados, ressaltou que o Irã sofreu “uma derrota militar histórica”.

“Os Estados Unidos e Israel destruíram sistematicamente a capacidade do Irã de realizar operações em grande escala nos próximos anos. A capacidade militar convencional do Irã, construída ao longo de 40 anos a um custo de bilhões de dólares, foi eliminada”, resumiu, para reiterar que os mais de 13.000 alvos atingidos conseguiram destruir as capacidades de mísseis, drones e navais de Teerã.

Os Estados Unidos e o Irã chegaram a um acordo nesta terça-feira para suspender a guerra por duas semanas, em meio a esforços diplomáticos para uma saída negociada do conflito. Essa trégua, que segundo o vice-presidente americano e negociador-chefe, JD Vance, é “frágil”, é ainda questionada pelos bombardeios de Israel contra o Líbano, razão pela qual Teerã já alertou que “as negociações não fazem sentido” se a onda de ataques iranianos continuar.

De qualquer forma, o Paquistão sediará negociações entre ambas as delegações em Islamabad para tentar chegar a um acordo final que ponha fim às hostilidades e restaure a estabilidade no estratégico estreito de Ormuz.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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