A Guarda Revolucionária iraniana afirma ter “destruído” com drones e mísseis uma base de helicópteros norte-americana em Al Adiri MADRID 9 mar. (EUROPA PRESS) -
O Exército do Irã reivindicou nesta segunda-feira novos ataques contra Israel e instalações militares americanas em território israelense e no Kuwait, no âmbito de sua resposta à ofensiva lançada de surpresa em 28 de fevereiro pelos Estados Unidos e Israel contra o país asiático.
Assim, afirmou que “os territórios ocupados — em referência a Israel — e centros e bases americanas no Kuwait foram atacados com drones”, antes de especificar que nestes ataques estiveram envolvidas “forças terrestres, aéreas e navais” do Irã, segundo informou a televisão pública iraniana, IRIB.
“Alvos americanos e sionistas foram atacados com drones destrutivos, incluindo uma unidade em Rahavam — em Israel — e uma estação de radares nos territórios ocupados, bem como armazéns de equipamentos e centros de reunião na base Al Adiri, no Kuwait”, afirmou.
A Guarda Revolucionária garantiu que esses ataques causaram a “destruição” de uma base de helicópteros em Al Adiri, atingida por “vários tipos de drones e mísseis de cruzeiro”, no que descreveu como “uma operação fundamental” na qual “os sinistros planos operacionais do inimigo foram derrotados”.
Nesse sentido, destacou que as tropas americanas tiveram que “evacuar” as instalações, onde foram atingidos “onze alvos muito importantes”, incluindo depósitos de combustível e “instalações logísticas”, sem que os Estados Unidos se tenham pronunciado até ao momento sobre possíveis danos no local.
A ofensiva dos Estados Unidos e de Israel deixou até o momento mais de 1.200 mortos no Irã, segundo as autoridades. Entre os mortos estão o líder supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei, e vários ministros e altos funcionários do Exército iraniano, que respondeu lançando mísseis e drones contra Israel e interesses americanos em países do Oriente Médio, incluindo bases militares.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático