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MADRID 14 jan. (EUROPA PRESS) -
O Exército do Iêmen afirmou ter repelido um ataque dos houthis na província de Jauf, localizada no norte do país, antes de acrescentar que os rebeldes sofreram “perdas humanas e materiais”, sem que, até o momento, o grupo tenha se pronunciado sobre esses combates, em meio ao agravamento da crise de segurança no país asiático.
Assim, indicou em um comunicado publicado nas redes sociais que as tropas iemenitas “repeliriam” na terça-feira “um ataque lançado pela milícia terrorista houthi, apoiada pelo Irã, a leste da cidade de Al Hazm”, o que resultou na “retirada dos milicianos” após sofrerem baixas nos combates.
O Exército iemenita destacou ainda que “uma mina terrestre previamente colocada pelos houthis explodiu ao passar um de seus veículos durante a retirada, deixando vários mortos e feridos”.
As tropas iemenitas apoiam as autoridades internacionalmente reconhecidas — apoiadas pela coalizão internacional liderada pela Arábia Saudita —, que atualmente têm sua sede na cidade de Aden, depois que os houthis tomaram a capital, Sana, e outras áreas do noroeste e oeste do país em 2015.
O conflito, que mergulhou o país numa grave crise humanitária, continua ativo, embora nos últimos meses tenha sido marcado pelos ataques de Israel contra os houthis na sequência dos ataques de 7 de outubro de 2023 e pelos confrontos entre as tropas iemenitas e os separatistas do Conselho de Transição do Sul (CTS).
O CTS, integrado nas autoridades internacionalmente reconhecidas e apoiado pelos Emirados Árabes Unidos (EAU) — parte da coligação liderada por Riade —, lançou em dezembro uma ofensiva que provocou importantes tensões internas e uma troca de acusações entre as autoridades sauditas e emiradenses, ameaçando com uma nova frente em grande escala no Iémen.
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