Publicado 30/04/2026 06:13

O Exército da Ucrânia determina rodízios obrigatórios a cada dois meses para os militares na linha de frente

Archivo - Arquivo - Foto de arquivo do chefe das Forças Armadas da Ucrânia, Oleksander Sirski.
Europa Press/Contacto/President Of Ukraine

MADRID 30 abr. (EUROPA PRESS) -

O chefe do Exército da Ucrânia, Oleksander Sirski, ordenou nesta quinta-feira que a permanência dos militares na linha de frente seja limitada a dois meses, uma medida com a qual as autoridades ucranianas esperam reduzir significativamente o tempo que os soldados passam na linha de combate, após quatro anos de invasão russa.

“Levando em conta a predominância dos drones no campo de batalha, a lógica de conduzir operações de combate está mudando. Os conceitos de linha de frente e de formações de combate se transformaram em linhas gerais. A logística e a movimentação tornaram-se mais complicadas no campo de batalha, desde a linha de frente até a retaguarda”, afirmou Sirski em um comunicado.

Nesse sentido, ele explicou que “para preservar a vida e a saúde dos militares na frente de batalha e nas linhas de defesa”, foi ordenada “a rotação dos militares”. “Os comandantes devem garantir que sejam cumpridas as condições para que os militares mantenham suas posições por dois meses, com a respectiva rotação subsequente”, explicou.

Além disso, indicou que essa rotação deverá ser realizada no prazo máximo de um mês após o término do período previsto. “As rotações devem ser planejadas com antecedência, levando em conta a situação e a natureza dos combates, bem como a disposição das forças e dos meios”, esclareceu. Para isso, terão prioridade os militares que precisarem de um período de descanso após completarem missões na zona de combate.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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