Europa Press/Contacto/Maksim Konstantinov
MADRID 31 mar. (EUROPA PRESS) -
As Forças Armadas da Indonésia informaram nesta segunda-feira que continuarão com sua missão de manutenção da paz no Líbano, apesar da morte de três de seus soldados destacados com a Força Interina das Nações Unidas no Líbano (FINUL) no sul do país, zona na qual operam atualmente tanto o partido-milícia xiita libanês Hezbollah quanto o Exército israelense, que declarou sua intenção de tomar o território libanês até o rio Litani para estabelecer uma zona de segurança.
“Continuamos comprometidos com o cumprimento de nossas funções como parte da missão de manutenção da paz mundial sob o mandato das Nações Unidas, de forma profissional e responsável, ao mesmo tempo em que priorizamos a segurança de nossos soldados”, afirmou o chefe do Centro de Informação do Quartel-General das Forças Armadas da Indonésia, o general de divisão Aulia Dwi Nasrullah, em declarações coletadas pela agência de notícias Antara.
No entanto, o chefe do referido centro ressaltou que o Exército do país não negligenciará sua responsabilidade de garantir a segurança de seus militares no Líbano, ao mesmo tempo em que acrescentou que continuarão acompanhando a evolução da situação no país com vistas a adotar possíveis medidas futuras.
Por sua vez, o ministro das Relações Exteriores da Indonésia, Sugiono, expressou nesta segunda-feira seu “profundo respeito” e “agradecimento” aos três militares indonésios da FINUL mortos em diversos ataques no sul do Líbano.
“Expressamos nosso mais profundo respeito e nossa mais sincera gratidão aos nossos soldados mortos em combate”, declarou o responsável pela pasta das Relações Exteriores da Indonésia, em declarações publicadas pelo jornal indonésio ‘The Jakarta Post’.
Nesta mesma segunda-feira, Jacarta confirmou que o soldado falecido no domingo devido à explosão de um projétil, que também feriu gravemente outro membro das forças de paz em Taibe, no distrito de Marjayún, no sul do Líbano, se chama Farizal Rhomadhon e tinha 28 anos. Seus restos mortais, segundo o mesmo veículo de comunicação, já foram recuperados no quartel da FINUL e aguardam repatriação.
No mesmo ataque em que Rhomadhon perdeu a vida, Rico Pramudia também ficou ferido e foi transferido para um hospital em Beirute, conforme informado nesta segunda-feira pela missão das Nações Unidas.
Por outro lado, aos dois “capacetes azuis” da força de paz que faleceram nesta segunda-feira no sul do Líbano devido a uma explosão de origem desconhecida que destruiu seu veículo, somam-se outros dois militares que ficaram feridos, um deles em estado grave.
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