Publicado 30/08/2026 18:26

O Exército colombiano mata um comandante de companhia da guerrilha de “Iván Mordisco”

Militares da Colômbia durante uma operação contra a guerrilha
EJÉRCITO DE COLOMBIA

MADRID 30 ago. (EUROPA PRESS) -

O presidente da Colômbia, Abelardo de la Espriella, anunciou neste domingo a morte de “Felipe” ou “Arcadio”, considerado chefe da coluna Ricardo Velásquez, pertencente à coluna Jaime Martínez do Estado-Maior Central das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), liderada por “Iván Mordisco”.

A operação ocorreu na madrugada passada no Vale do Cauca, durante a qual morreu “Felipe”, responsável, segundo a versão oficial, por ataques contra delegacias de polícia em Dagua e El Queremal, nos quais supostamente foram utilizados explosivos lançados por drones.

Além disso, ele participou de um ataque contra uma unidade do Exército em El Danubio, que deixou sete soldados profissionais “feridos”, conforme explicou De la Espriella. Também lhe é atribuída a colocação de cilindros explosivos na rodovia Cali-Buenaventura, incêndio de veículos, extorsões, ameaças e outras ações criminosas no município de Dagua.

Na operação, foram apreendidos ainda um fuzil M4, três carregadores, 85 cartuchos e uma mira telescópica.

De la Espriella garantiu que “estamos fechando o cerco” em torno de ‘Mordisco’ e de suas “estruturas”. “Aqueles que atacam nossos soldados e policiais, utilizam drones com explosivos e aterrorizam a população devem saber que estamos na ofensiva e vamos atrás deles. O bandido que não se renderá acabará em um saco plástico, como esse miserável que neutralizamos”, advertiu.

Também neste domingo, as autoridades colombianas informaram a captura de cinco pessoas que pertenceriam à Comissão Rafael Villamizar, de apoio à guerrilha da Frente Domingo Laín Sáenz do Exército de Libertação Nacional (ELN).

Os detidos são os conhecidos como ‘Pavo’, ‘Ángela’, ‘Pepón’, ‘Diomedes’ e ‘Yeco’, acusados de participar de homicídios seletivos contra membros das forças de segurança e da população civil em Arauca. Eles são acusados, especificamente, do crime de fabricação, tráfico, porte ou posse de armas de fogo, acessórios, peças ou munições.

As prisões são resultado de mais de oito meses de investigação. Além disso, nas três buscas realizadas no centro da cidade de Arauca, foram apreendidas uma pistola calibre 7,65 milímetros e um revólver calibre 38.

Quatro dos cinco investigados estariam ligados a homicídios, como o do subintendente da Polícia Jorge Armando Tapias Pinto, ocorrido em 13 de setembro de 2025, além de outros atos violentos registrados no município de Arauca.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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