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MADRID 1 jul. (EUROPA PRESS) -
Um tribunal russo condenou na terça-feira o ex-vice-ministro da Defesa Timur Ivanov a 13 anos de prisão após considerá-lo culpado de peculato e lavagem de dinheiro após sua prisão em abril de 2024, em meio a alegações de que ele supostamente aceitou subornos.
Ivanov também foi condenado a pagar uma multa de 100 milhões de rublos (cerca de 1,1 milhão de euros) pelo tribunal, que também ordenou a retirada dos prêmios que ele recebeu, incluindo a Ordem de Mérito da Pátria, após o que seus advogados disseram que recorrerão.
Anton Filatov, ex-presidente do conselho de administração do Interkommerts Bank, também foi condenado a doze anos e meio de prisão por seu papel no mesmo caso, de acordo com a agência de notícias russa Interfax.
Ivanov foi acusado de desvio de 4,1 bilhões de rublos (cerca de 45,7 milhões de euros) na investigação sobre o desvio de duas balsas marítimas no Chipre, quando dirigia a empresa militar Oboronstroy, responsável pela construção de obras públicas para o Ministério da Defesa.
Considerado um dos braços direitos do ex-ministro da Defesa Sergei Shoigu, Ivanov foi preso e enviado provisoriamente para a prisão em abril de 2024 após ser acusado de receber subornos no valor de 1,125 bilhão de rublos (11,8 milhões de euros) em troca da obtenção de contratos públicos.
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