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MADRID 7 nov. (EUROPA PRESS) -
A ex-primeira-dama do Peru, Nadine Heredia, pediu à Suprema Corte do Brasil que impeça sua extradição, a transferência da sentença contra ela, o pedido de prisão internacional ou restrição de movimento, bem como a admissão de provas ou testemunhos dos tribunais peruanos que a apontem no caso Odebrecht.
A defesa legal de Heredia argumenta que tal cooperação significaria "dar continuidade a um processo penal baseado em provas ilícitas" e "indiscutivelmente não confiáveis", como esse mesmo tribunal já apontou, de acordo com a petição, relatada pelo G1.
O ex-presidente Ollanta Humala e Heredia foram condenados em abril deste ano a 15 anos de prisão por lavagem de dinheiro e financiamento irregular do Partido Nacionalista Peruano durante as campanhas eleitorais de 2006 e 2011.
Ambos foram acusados de receber subornos da construtora Odebrecht e fundos do governo do então presidente venezuelano Hugo Chávez. No entanto, ao contrário de seu marido, Heredia, que sofre de câncer, não foi presa e buscou refúgio na Embaixada do Brasil em Lima.
De lá, ela partiu para o Brasil após obter salvo-conduto das autoridades peruanas, alegando que estava com câncer. Além dela, o filho menor do casal também recebeu asilo diplomático.
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