Publicado 07/11/2025 10:20

A ex-primeira-dama peruana Nadine Heredia pede à Suprema Corte do Brasil que impeça sua extradição

Archivo - 14 de dezembro de 2016 - Lima, Peru - LIMA, MIERCOLES 14 DE DICIEMBRE DEL 2016...NADINE HEREDIA SE PRESENTA AL CONGRESO DE LA REPUBLICA PARA LA COMISION DE FISCALIZACION...FOTO: ALESSANDRO CURRARINO/EL COMERCIO
Europa Press/Contacto/El Comercio - Arquivo

MADRID 7 nov. (EUROPA PRESS) -

A ex-primeira-dama do Peru, Nadine Heredia, pediu à Suprema Corte do Brasil que impeça sua extradição, a transferência da sentença contra ela, o pedido de prisão internacional ou restrição de movimento, bem como a admissão de provas ou testemunhos dos tribunais peruanos que a apontem no caso Odebrecht.

A defesa legal de Heredia argumenta que tal cooperação significaria "dar continuidade a um processo penal baseado em provas ilícitas" e "indiscutivelmente não confiáveis", como esse mesmo tribunal já apontou, de acordo com a petição, relatada pelo G1.

O ex-presidente Ollanta Humala e Heredia foram condenados em abril deste ano a 15 anos de prisão por lavagem de dinheiro e financiamento irregular do Partido Nacionalista Peruano durante as campanhas eleitorais de 2006 e 2011.

Ambos foram acusados de receber subornos da construtora Odebrecht e fundos do governo do então presidente venezuelano Hugo Chávez. No entanto, ao contrário de seu marido, Heredia, que sofre de câncer, não foi presa e buscou refúgio na Embaixada do Brasil em Lima.

De lá, ela partiu para o Brasil após obter salvo-conduto das autoridades peruanas, alegando que estava com câncer. Além dela, o filho menor do casal também recebeu asilo diplomático.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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