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MADRID 25 abr. (EUROPA PRESS) -
O ex-presidente brasileiro Fernando Collor de Mello foi preso na sexta-feira na cidade de Maceió, no estado nordestino de Alagoas, dois anos depois de ter sido condenado a quase nove anos de prisão por corrupção.
Sua detenção responde à ordem emitida por um magistrado do Supremo Tribunal Federal, que assegurou que o recurso apresentado por seus advogados buscava apenas "atrasar o processo e evitar sua prisão", segundo a polícia brasileira em declarações divulgadas pelo site G1.
O ex-presidente de 75 anos, que comandou o país entre 1990 e 1992, foi condenado em 2023 por seu envolvimento em um esquema de suborno em torno da BR Distribuidora, uma subsidiária da Petrobras.
De acordo com a sentença, Collor de Mello influenciou a alta administração da empresa, o que levou à assinatura de contratos entre a estatal e a construtora UTC. A promotoria alega que o acusado recebeu 20 milhões de reais (3,7 milhões de euros) em troca.
Após tomar conhecimento da decisão do Supremo Tribunal Federal, sua equipe de defesa se disse "surpresa e preocupada", mas afirmou que o ex-presidente comparecerá ao tribunal para cumprir a decisão do magistrado Alexandre de Moraes.
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