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MADRID 24 dez. (EUROPA PRESS) -
O Exército libanês anunciou nesta quarta-feira o assassinato de um ex-oficial do Exército sírio durante o mandato de Bashar al-Assad, confirmando assim a presença em território libanês de membros do regime caído há pouco mais de um ano.
As forças armadas identificaram o cidadão sírio como Ghassan al-Sajni, que morreu na segunda-feira nos arredores de Kfar Yasin, no distrito de Keseruán, depois de ser baleado por uma "pistola militar".
O autor do crime, outro cidadão sírio com as iniciais "W.D.", foi preso na quarta-feira na cidade fronteiriça de Tal Bireh, na província de Akkar, no norte do país, como parte de uma operação realizada pela Diretoria de Inteligência do Exército, conforme indicado em uma breve declaração em sua conta na rede social X.
A investigação já está nas mãos das autoridades competentes, embora o exército libanês tenha apontado "uma disputa financeira" como o motivo do assassinato de Sajni, também conhecido como 'O Tigre', que era o comandante de uma unidade dentro da antiga 25ª Divisão do exército sírio, de acordo com o Observatório Sírio para os Direitos Humanos.
É a primeira confirmação da presença de um oficial de al-Assad no país vizinho, depois que uma ofensiva de grupos rebeldes liderados pelo atual presidente de transição da Síria, Ahmed al-Shara, derrubou um regime de 50 anos de pai (Hafez al-Assad) e filho em dezembro de 2024.
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