MURCIA, 6 ago. (EUROPA PRESS) -
A Guarda Civil, em colaboração com a Polícia Nacional, prendeu na madrugada desta quinta-feira, na cidade de Puerto Lumbreras, o suposto autor da morte da mulher de 44 anos que foi encontrada sem vida, com sinais de violência, nos fundos de uma loja localizada no Shopping Carrefour Infante de Murcia, conforme confirmaram fontes da delegação do Governo.
A prisão ocorreu às 00h15 em Puerto Lumbreras, quando o suposto autor se preparava para seguir para Granada.
Os fatos estão sendo investigados como um suposto caso de violência de gênero.
O delegado do Governo, Francisco Lucas, transmitiu suas mais sinceras condolências aos familiares e entes queridos da vítima nestes momentos difíceis e reiterou sua condenação veemente à violência de gênero. Além disso, destacou o excelente trabalho realizado pelos agentes da Guarda Civil e da Polícia Nacional.
Os fatos ocorreram às 17h25 desta quarta-feira, quando o Centro de Coordenação de Emergências 112 da Região de Múrcia recebeu uma ligação informando sobre a presença da mulher falecida, conforme confirmado por fontes da Polícia Nacional e do Serviço de Emergências da Região.
Agentes da Unidade de Segurança Cidadã dirigiram-se imediatamente ao local para confirmar o óbito e proceder ao isolamento e à proteção da área.
A investigação deste suposto caso de violência de gênero está sendo conduzida de forma coordenada pelo Grupo de Homicídios e pela Unidade de Atendimento à Família e à Mulher (UFAM), com o apoio da Brigada Provincial de Polícia Científica.
O Tribunal de Primeira Instância de Múrcia ordenou a busca e a prisão do ex-companheiro da vítima como suposto autor de um crime de homicídio, conforme informou o Tribunal Superior de Justiça de Múrcia (TSJMU).
A juíza da 2ª Vaga da Seção de Instrução, em serviço de plantão, emitiu um mandado de busca e prisão contra o suposto autor do crime, que também teria cometido o crime de violação de pena.
O homem investigado havia sido condenado em 15 de abril de 2026 como autor de um crime de maus-tratos no âmbito familiar cometido contra sua ex-companheira, com quem tinha uma filha menor de cinco anos.
A sentença de acordo impôs a ele, entre outras penas, a proibição de se aproximar a menos de 500 metros da vítima, de sua residência, local de trabalho ou qualquer outro local em que ela se encontrasse, bem como a proibição de se comunicar com ela por qualquer meio durante 16 meses.
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