Europa Press/Contacto/Julien Mattia
MADRID 3 abr. (EUROPA PRESS) -
O ex-ministro socialista francês Louis Besson, que promoveu medidas para garantir o direito à moradia, bem como a fixação de cotas de habitações sociais nas cidades, faleceu nesta quinta-feira aos 88 anos na cidade de Chambéry, no sudeste do país.
A notícia foi confirmada pela Prefeitura de Chambéry, onde Besson foi prefeito de 1989 a 1997 e entre 2001 e 2007, em um comunicado no qual o atual prefeito, Thierry Repentin, juntamente com membros do governo local, transmitiu suas “mais sinceras condolências” à família, aos entes queridos e a todos aqueles que “compartilharam seu compromisso com o serviço à comunidade”.
“Com grande emoção, quero prestar homenagem a um grande cidadão de Chambéry e a um grande homem de Estado que dedicou sua vida à nossa cidade, à Saboia e à luta contra a exclusão em nosso país”, expressou Repentin, reivindicando Besson como um “parlamentar e ministro sem igual” que promoveu “inúmeros avanços” na nação francesa, como a Lei Besson de 1990, “que garante o direito à moradia”.
Nascido em 1937 em Barby, município que, assim como Chambéry, também está localizado na região de Ródano-Alpes, no departamento de Sabóia, Besson ocupou cargos tanto em nível local quanto nacional, tendo sido ministro da Habitação entre 1989 e 1990, bem como secretário de Estado encarregado de assuntos de Habitação de 1997 a 2001.
Por sua vez, o secretário-geral do Partido Socialista francês, Olivier Faure, pronunciou-se em uma mensagem nas redes sociais na qual lembrou Besson como um “defensor incansável do direito à moradia”.
“Ele foi um defensor incansável do direito à moradia, o ministro responsável pela lei SRU (Solidariedade e Renovação Urbana), que obrigava cada município a contribuir com sua cota de moradia social”, destacou Faure.
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