Publicado 18/06/2026 08:14

O ex-ministro César Antonio Molina nega ter recebido presentes e considera que apoiar o movimento de Sánchez é uma “heresia”

Archivo - Arquivo - Coletiva de imprensa com o escritor César Antonio Molina sobre seu novo romance *Tão poderoso quanto o amor*
EUROPA PRESS - Arquivo

MADRID 18 jun. (EUROPA PRESS) -

César Antonio Molina, ex-ministro da Cultura no governo de José Luis Rodríguez Zapatero entre 2007 e 2009, afirmou que não recebeu nenhum presente enquanto ocupou o cargo de ministro da Cultura e classifica o apoio ao presidente do Governo, Pedro Sánchez, como uma “heresia” do socialismo.

Em entrevista ao programa “Espejo Público”, da “Antena 3”, divulgada pela Europa Press, o socialista lembrou que, por estar à frente de uma pasta “modesta”, nem recebia presentes nem podia oferecê-los.

No entanto, ele admitiu que nos grandes ministérios, “aqueles que administram milhares e milhares de milhões de euros”, “pode acontecer” que haja troca de presentes.

Por outro lado, ele alertou que “não é sanchista”, embora continue sendo socialista, já que considera tanto o líder do Executivo quanto “tudo o que eles fizeram” uma “heresia do socialismo”.

Dito isso, ele deixou escapar que o ex-secretário-geral do PSOE do País Basco, Nicolás Redondo Terreros, “deveria ser uma das pessoas a conduzir novamente o PSOE pelos caminhos dos quais ele se desviou”.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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