Publicado 14/08/2025 14:08

O ex-diretor da Pemex Carlos Treviño, acusado de suborno no caso Odebrecht, é preso nos EUA.

Archivo - Arquivo - 27 de novembro de 2017 - EUM20171127NAC15.JPG.CIUDAD DE MÉXICO EnergyEmergía-Pemex.- Nesta segunda-feira, foi anunciado que Carlos Alberto Treviño Medina - na foto - é o novo diretor da Petróleos Mexicanos (Pemex). Treviño substitui Jo
Europa Press/Contacto/El Universal - Arquivo

MADRID 14 ago. (EUROPA PRESS) -

A presidente do México, Claudia Sheinbaum, confirmou nesta quinta-feira a prisão nos Estados Unidos do ex-diretor geral da Petróleos Mexicanos (Pemex) Carlos Alberto Treviño, acusado de suborno como parte da investigação do caso Odebrecht.

"Ontem foi preso um ex-diretor da Pemex, que fazia parte dos alertas que existiam. Eles vão deportá-lo e ele será julgado aqui no México por corrupção", disse ele em uma coletiva de imprensa, na qual explicou que Treviño teve um pedido de extradição emitido há cinco anos.

A acusação contra ele tem origem nas declarações de seu antecessor na instituição, Emilio Lozoya, que garantiu que Treviño recebeu cerca de quatro milhões de pesos em propinas em troca da concessão de um contrato ao esquema Odebrecht para operar uma fábrica de polietileno, de acordo com o jornal 'El Universal'.

A Procuradoria Geral da República (FGR) pediu à Interpol que emitisse um "alerta vermelho" contra Treviño, ex-diretor geral da Pemex durante o governo de Enrique Peña Nieto, depois que ele não compareceu a uma audiência para a qual foi convocado após ser acusado de lavagem de dinheiro e associação criminosa.

Lozoya foi preso em 12 de fevereiro de 2020 em Málaga, mas extraditado para o México cinco meses depois, após ser acusado de associação criminosa, lavagem de dinheiro e suborno no caso Odebrecht e na empresa de fertilizantes Agronitrogenados.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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