Publicado 04/03/2026 11:37

O ex-chefe de Inteligência condenado pela morte do candidato Luis Galán é libertado em liberdade condicional

Archivo - Arquivo - 16 de outubro de 2024, Bogotá, Cundinamarca, Colômbia: O prefeito de Bogotá, Carlos Fernando Galan (não fotografado), dá uma entrevista coletiva enquanto a polícia antiextorsão da Colômbia mostra três membros do grupo criminoso Tren de
Europa Press/Contacto/Sebastian Barros - Arquivo

MADRID 4 mar. (EUROPA PRESS) - Um tribunal de Bogotá concedeu liberdade condicional ao ex-diretor do extinto Departamento Administrativo de Segurança (DAS) Miguel Maza Márquez, que havia sido condenado em 2016 a 30 anos de prisão por sua relação com o assassinato do candidato presidencial Luis Carlos Galán, em 1989.

O juiz concedeu-lhe onze anos de liberdade condicional em liberdade provisória, além de depositar uma fiança no valor de cinco salários mínimos para garantir que Maza Márquez, de 88 anos, cumpra esta medida de clemência, informa a Caracol Radio.

Maza Márquez permanecia sob custódia desde novembro de 2012 nas instalações da Polícia Nacional em Bogotá, mas foi somente em 2016 que a Justiça o condenou por ter participado de uma conspiração para assassinar Galán, na qual participaram o Cartel de Medellín e o paramilitar Henry Pérez.

O caso estabelece que Maza Márquez deliberadamente enfraqueceu o sistema de segurança do candidato do Partido Liberal, colocando como chefe do mesmo o referido Pérez, a quem o Cartel de Medellín havia encarregado do assassinato.

Entre 1985 e 1991, Maza Márquez esteve à frente do controverso DAS, dissolvido em 2011 após a revelação dos laços que manteve durante décadas com as forças paramilitares. No conhecido escândalo das “chuzadas” — escutas ilegais —, foi descoberta a espionagem ilegal de juízes, jornalistas, políticos da oposição e defensores dos direitos humanos em colaboração com esses grupos armados.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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