Publicado 14/01/2026 06:01

O ex-chefe dos bombeiros e testemunha-chave no caso afirma que "estava claro" que era necessário enviar o Es Alert.

Basset fala com a imprensa ao chegar ao tribunal de Catarroja
JORGE GIL/EUROPA PRESS

VALÊNCIA 14 jan. (EUROPA PRESS) - José Miguel Basset, que foi inspetor-chefe do Consórcio Provincial de Bombeiros de Valência e chefe operacional da emergência no dia da tempestade, afirmou ao chegar ao tribunal de Catarroja, onde hoje está citado para testemunhar no processo da tempestade, que “estava claro” que era necessário enviar o Es Alert.

Basset chegou ao tribunal pouco depois das 9h15, onde nesta quarta-feira e na próxima segunda-feira — ele está intimado para dois dias — deverá esclarecer algumas questões relacionadas ao processo, como quem deu a ordem para retirar os bombeiros que vigiavam o barranco do Poyo. Além disso, perguntarão se ele estava a par da medida e, em caso afirmativo, por que não a comunicou aos membros do Cecopi.

Basset, questionado pelos jornalistas que o aguardavam à porta do tribunal de Catarroja sobre se ele atrasou o envio do alerta naquele dia — segundo o subdiretor de Emergências, Jorge Suárez, ele colocou obstáculos e pediu para não “gerar alarmismo” —, disse: “Vou prestar declarações no tribunal”.

Em seguida, questionado se não tinha certeza sobre o envio do Es Alert, ele respondeu: “Estava claro que era preciso enviar”. Em relação ao que aconteceu com os bombeiros e se discutiu com Jorge Suárez, ele disse que “não”.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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