Publicado 09/01/2026 00:44

Ex-candidato presidencial Enrique Márquez libertado na Venezuela

Archivo - Arquivo - O primeiro vice-presidente da Assembleia Nacional, Enrique Márquez, defende o pacifismo das próximas marchas contra o governo de Maduro porque “o caminho para a mudança política na Venezuela é absolutamente pacífico”.
CARLOS GARCIA RAWLINS / REUTE - Arquivo

MADRID 9 jan. (EUROPA PRESS) - A opositora Plataforma Unitaria da Venezuela confirmou nesta quinta-feira a libertação do ex-candidato presidencial Enrique Márquez, detido poucos dias após a posse de Nicolás Maduro em janeiro deste ano.

A coalizão comemorou a “liberdade” do que foi candidato à Presidência do país latino-americano pelo partido Centrados, com uma mensagem em sua conta na rede social X, na qual também comemorou a libertação do jornalista Biagio Pilieri e de Sonia San Miguel — cidadã com dupla nacionalidade cuja libertação foi antecipada há algumas horas pelo Governo da Espanha.

“Até o momento, às 22h15 (hora local, 3h15 na Península Ibérica e nas Ilhas Baleares), esses são os únicos compatriotas libertados”, afirmou sobre os três “inocentes”, embora tenha especificado que “esperamos que nos próximos minutos ocorram mais libertações até que todos os presos políticos sejam libertados”.

Márquez, que foi vice-presidente do Conselho Nacional Eleitoral (CNE) entre 2021 e 2023, concorreu às eleições de julho de 2024 junto com outros nove candidatos, embora a votação tenha sido apresentada em todos os momentos como um duelo entre Maduro e o candidato da oposição Edmundo González, que liderou a coalizão Plataforma Unitaria Democrática após a inabilitação da líder da oposição María Corina Machado.

O presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Jorge Rodríguez, anunciou nesta quinta-feira a libertação de vários presos, embora não tenha querido especificar o número nem a nacionalidade dos mesmos, e defendeu a medida como um gesto “em busca da paz”.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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