MADRID 31 jul. (EUROPA PRESS) -
O Departamento de Estado dos Estados Unidos anunciou nesta quinta-feira uma série de sanções contra altos funcionários da Autoridade Palestina e membros da Organização para a Libertação da Palestina (OLP) por motivos de "segurança nacional", diante de atos que "minam o caminho para a paz" no Oriente Médio.
A Autoridade Palestina e a OLP, segundo o governo dos EUA em um comunicado, "não cumpriram seus compromissos" e se envolveram em atos que "minam e contradizem as resoluções do Conselho de Segurança da ONU" com o objetivo de "internacionalizar o conflito com Israel".
Nesse sentido, ele explicou que essas medidas incluem, por exemplo, "recorrer ao Tribunal Penal Internacional e à Corte Internacional de Justiça", mas também "apoiar o terrorismo e a incitação e glorificação da violência, especialmente em livros didáticos".
O documento também acusa a Autoridade Palestina e a OLP de "pagar e beneficiar aqueles que apoiam o terrorismo palestino e suas famílias". "Os EUA impõem essas sanções e negam sua entrada no país", afirma o documento.
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