Publicado 16/04/2025 14:54

EUA sancionam refinaria baseada na China e vários navios por causa do comércio de petróleo iraniano

14 de abril de 2025, Washington, Distrito de Colúmbia, EUA: O presidente Donald Trump organiza uma reunião bilateral com o presidente Nayib Bukele de El Salvador, na segunda-feira, 14 de abril de 2025, no Salão Oval.
Europa Press/Contacto/White House

MADRID 16 abr. (EUROPA PRESS) -

Os Estados Unidos impuseram sanções a uma refinaria com sede na China por comprar petróleo iraniano e a vários navios responsáveis por facilitar essas remessas, como parte da crescente pressão do governo Trump sobre Teerã.

"Enquanto o Irã tentar gerar receitas de petróleo para financiar suas atividades desestabilizadoras, os Estados Unidos responsabilizarão tanto o Irã quanto todos os seus parceiros que evitam sanções", disse a porta-voz do Departamento de Estado, Tammy Bruce, em um comunicado.

Especificamente, o Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC) sancionou a refinaria Shandong Shengxing Chemical, sediada na província de Shandong, na China, por "receber dezenas de carregamentos de petróleo bruto iraniano no valor de mais de US$ 1 bilhão" de embarcações pertencentes à chamada "frota sombra".

Conforme relatado pelo Departamento do Tesouro, o governo Trump também colocou na lista negra o navio "Reston", com bandeira de Camarões, bem como os navios "Bestla", "Egret", "Nyantara" e "Rani", com bandeira do Panamá. As sanções também afetam os proprietários dessas embarcações.

"Qualquer refinaria, empresa ou intermediário que opte por comprar petróleo iraniano ou facilitar o comércio de petróleo iraniano se expõe a sérios riscos", disse o secretário do Tesouro, Scott Bessent, acrescentando que Washington está empenhado em "desmantelar" todos os atores que apoiam as cadeias de suprimentos de Teerã.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

Contenido patrocinado