Publicado 10/04/2025 12:03

EUA e Rússia discutem a questão bancária das embaixadas em uma nova reunião para normalizar as relações

ISTAMBUL, 10 de abril de 2025 -- Um veículo transportando delegados dos EUA se prepara para entrar no consulado russo em Istambul, Trkiye, 10 de abril de 2025. As delegações dos EUA e da Rússia se reuniram em Istambul na quinta-feira para uma segunda ro
Europa Press/Contacto/Liu Lei

MADRID 10 abr. (EUROPA PRESS) -

Representantes dos governos dos Estados Unidos e da Rússia realizaram uma nova reunião na Turquia, na quinta-feira, para avançar no restabelecimento total das atividades em suas respectivas embaixadas, com o objetivo, entre outras coisas, de "garantir a estabilidade do sistema bancário diplomático" e assegurar que não haja tantas restrições à atividade financeira.

Do lado dos EUA, a delegação foi liderada pela chefe do escritório do Departamento de Estado na Rússia, Sonata Coulter, enquanto o lado russo foi liderado pelo novo embaixador nos Estados Unidos, Alexander Darchiyev, que foi nomeado em março.

A delegação dos EUA "reiterou sua preocupação" com a política que proíbe a embaixada de contratar funcionários locais, pois entende que "é um impedimento fundamental para manter um nível de pessoal estável e sustentável" na legação, disse o Departamento de Estado em um comunicado.

De acordo com Washington, o objetivo dessa reunião foi aprofundar a "abordagem construtiva" da primeira reunião, realizada em 27 de fevereiro, embora o governo de Donald Trump não tenha anunciado acordos concretos em sua nota. As partes pelo menos concordaram que querem se reunir novamente "em um futuro próximo", enquanto aguardam uma decisão sobre "data, local e representação".

Esse tipo de contato faz parte do degelo promovido por Trump desde seu retorno à Casa Branca em janeiro e tem origem em uma reunião presencial na Arábia Saudita entre o Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, e o Ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov. Ela está ocorrendo paralelamente ao diálogo aberto para tentar progredir na resolução da guerra na Ucrânia.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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