Europa Press/Contacto/Luis Barron
MADRID 5 set. (EUROPA PRESS) -
O governo dos Estados Unidos anunciou nesta quinta-feira que restringirá a concessão de vistos para cidadãos centro-americanos que, "em nome" do Partido Comunista da China, participem de atividades que "minem o estado de direito" em seus respectivos países.
O Departamento de Estado disse em um comunicado que essa medida "permitirá que nosso país restrinja os vistos dos EUA para cidadãos centro-americanos que, enquanto estiverem em países da América Central e agindo intencionalmente em nome do Partido Comunista Chinês, dirigirem, autorizarem, financiarem, fornecerem apoio significativo ou realizarem atividades que minem o estado de direito na América Central".
A pasta chefiada por Marco Rubio também indicou que, de acordo com essa nova política, já está agindo para impor essas restrições a "vários" indivíduos que acusa de terem participado das atividades descritas acima, de modo que tanto esses indivíduos quanto seus familiares "imediatos" serão proibidos de entrar em território americano.
A diplomacia dos EUA, que não especificou a quais nacionalidades as restrições de visto se aplicarão, defendeu a regra como uma forma de "combater a influência corrupta da China na América Central e (para) impedir suas tentativas de subverter o estado de direito".
"Essas medidas reafirmam o compromisso do presidente (Donald) Trump de proteger a prosperidade econômica e os interesses de segurança nacional dos Estados Unidos em nossa região. Continuamos a promover a responsabilização dos cidadãos centro-americanos que colaboram intencionalmente com o PCC na América Central e desestabilizam nosso hemisfério", acrescentou o departamento.
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