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MADRID 19 abr. (EUROPA PRESS) -
O Departamento de Defesa dos Estados Unidos anunciou nesta sexta-feira que reduzirá para "menos de mil" o número de tropas que enviou à Síria nos próximos meses, após seu "sucesso" na luta contra o Estado Islâmico, e assegurou que continuará cooperando com seus sócios na região na luta contra o terrorismo.
"Reconhecendo o sucesso que os Estados Unidos tiveram contra o ISIS, incluindo sua derrota territorial em 2019 sob o comando do presidente Trump, hoje o secretário de Defesa ordenou a consolidação das forças dos EUA na Síria sob a Força-Tarefa Conjunta Combinada (...). Esse processo deliberado e baseado em circunstâncias reduzirá a presença dos EUA na Síria para menos de 1.000 soldados nos próximos meses", disse o Pentágono em um comunicado.
No entanto, segundo a declaração, os EUA manterão "uma capacidade considerável na região", o que permitirá "fazer ajustes dinâmicos na postura da força à medida que a situação de segurança no local evolui".
A Defesa também se comprometeu a "garantir a capacidade de seus parceiros de continuar a enfraquecer o ISIS e outros terroristas na região", ao mesmo tempo em que pediu à comunidade internacional que repatriasse seus cidadãos para "reduzir a população de pessoas deslocadas e detidas ligadas ao ISIS" no nordeste do país.
Até o momento, não foram divulgados mais detalhes sobre o procedimento ou o cronograma dessa decisão, embora o Departamento de Defesa tenha indicado em sua declaração que fornecerá "mais atualizações assim que estiverem disponíveis".
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