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MADRID 15 out. (EUROPA PRESS) -
As autoridades norte-americanas proibiram a entrada de seis estrangeiros no país por terem feito "comentários depreciativos" sobre o comentarista de extrema-direita Charlie Kirk, que foi assassinado em setembro durante um discurso em um campus universitário no estado de Utah.
O Departamento de Estado indicou em um comunicado que os seis estrangeiros têm nacionalidade alemã, mexicana, argentina, sul-africana, brasileira e paraguaia, e esclareceu que a decisão foi tomada depois de analisar suas publicações nas redes sociais, nas quais criticavam Kirk, agora condecorado pela administração de Donald Trump.
"Um cidadão alemão comemorou a morte de Kirk e tentou justificar seu assassinato, dizendo que quando os fascistas morrem, os democratas não reclamam", diz o Departamento de Estado, que confirmou que seu visto foi revogado.
Nesse sentido, as autoridades garantiram que os Estados Unidos "não têm obrigação de receber cidadãos estrangeiros que desejam a morte de um americano" e asseguraram que continuarão a identificar todos aqueles que "celebram o assassinato atroz" de Kirk, que morreu de um ferimento a bala e foi acusado por seus detratores de ser racista, homofóbico, sexista e transfóbico.
No entanto, ele era um forte apoiador de Trump, que elogiou seu trabalho e acusou a "esquerda radical" de estar por trás do ataque.
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