Publicado 07/08/2025 04:41

EUA pedem para "não ofuscar" a situação dos reféns em Gaza com a crise humanitária

O embaixador dos EUA em Israel prevê a "expansão" da missão da Humanitarian Foundation em Gaza, apesar das críticas

Archivo - Arquivo - Imagem de arquivo do Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio.
Wiktor Dabkowski/ZUMA Press Wire / DPA - Arquivo

MADRID, 7 ago. (EUROPA PRESS) -

O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, pediu que a situação dos reféns mantidos na Faixa de Gaza "não seja ofuscada" pela crise humanitária no enclave palestino, ao mesmo tempo em que denunciou que é precisamente a questão dos reféns que "recebe menos atenção" da comunidade internacional.

"Há muita atenção na questão humanitária, e estamos fazendo tudo o que podemos para ajudar, mas não se dá atenção suficiente ao fato de que há 20 pessoas que não têm nada a ver com isso e que ainda são mantidas como reféns nos túneis, correndo o risco de morrer a qualquer momento", lamentou Rubio durante uma entrevista à Fox News.

Nesse sentido, ele disse que, para o governo de Donald Trump, essas duas questões "estão inter-relacionadas", e afirmou que o Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) "não pode continuar existindo". "Até a Liga Árabe diz isso", acrescentou.

"Enquanto o Hamas existir como um grupo armado em Gaza, não haverá paz, não haverá um futuro pacífico. Porque isso continuará a acontecer, e não podemos permitir que isso aconteça.

O embaixador dos EUA em Israel, Mike Huckabee, disse que a Fundação Humanitária de Gaza (GHF) deve "entender sua missão" e operar "dia e noite", apesar das críticas de organizações de direitos humanos que pedem seu fechamento.

"O plano imediato é aumentar as áreas em que opera e estender as horas para que muito mais alimentos sejam entregues de forma eficiente", disse ele, também em entrevista à Fox News.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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