Publicado 11/09/2025 12:45

EUA lembram as vítimas do 11 de setembro com cerimônias solenes nos locais dos ataques

11 de setembro de 2025, Nova York, Nova York: (nova) cerimônia de comemoração do 24º aniversário do 11 de setembro. 11 de setembro de 2025, nova york, eua: a cerimônia de comemoração do 24º aniversário do 11 de setembro está sendo realizada na praça do me
Europa Press/Contacto/Niyi Fote

MADRID 11 set. (EUROPA PRESS) -

Na quinta-feira, os Estados Unidos relembraram 24 anos atrás as vítimas do que ainda é o ataque mais mortal em solo americano, com quase 3.000 vítimas fatais. Os locais dos ataques voltaram a sediar cerimônias solenes com a presença de algumas das principais autoridades, incluindo o presidente, Donald Trump.

"Neste dia fatídico, monstros selvagens atacaram os símbolos de nossa civilização", lembrou Trump do Pentágono, onde mais de 180 pessoas foram mortas pelo impacto de um avião. No entanto, ele elogiou a resiliência de um povo que, apesar da tragédia, "não hesitou".

"Mostramos ao mundo que nunca desistimos, que nossa grande bandeira nunca cairá", acrescentou, enfatizando que os americanos são capazes de "desafiar o medo" para emergir "mais fortes, mais orgulhosos e melhores" de desafios como a cadeia de ataques perpetrados pela Al Qaeda em 11 de setembro de 2001.

O presidente aproveitou a oportunidade para enviar uma mensagem àqueles que sequer pensam em atacar novamente: "Nós os perseguiremos sem piedade". Nesse sentido, ele destacou que essa firmeza é o que ele queria enfatizar ao mudar o nome do Departamento de Defesa para renomeá-lo como Departamento de Guerra, embora não oficialmente.

O secretário de Defesa, Pete Hegseth, também pediu para homenagear as vítimas do 11 de setembro, aprendendo com os fracassos dos conflitos anteriores no Oriente Médio, e disse que os Estados Unidos têm "uma geração inteira de guerreiros" capazes de dar um passo à frente, "dispostos a pagar o preço final pela vingança e pela segurança do país".

Momentos de silêncio e leituras dos nomes das vítimas mais uma vez ocuparam o centro do palco no Pentágono, no marco zero em Nova York, local das Torres Gêmeas desaparecidas, e na cidade de Shanksville, na Pensilvânia, onde um avião também caiu.

MEMÓRIAS DE EX-PRESIDENTES

As mensagens de lembrança também foram acompanhadas por ex-presidentes, como Joe Biden, que nas redes sociais também compartilhou um apelo em favor da resistência nacional. "Os terroristas pensaram que dobrariam nossa vontade e que nos ajoelharíamos. Eles estavam errados", disse ele.

Neste dia de "ritos solenes de recordação", Biden prestou homenagem às vítimas e à "imensa coragem" com que os serviços de emergência e as forças de segurança responderam desde o início, cujo pessoal arriscou e até perdeu a vida nesses esforços.

Por sua vez, o ex-presidente Barack Obama pediu para "honrar a memória" de todos eles. "Nunca esqueceremos as vidas que se perderam em 11 de setembro de 2001", disse ele.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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