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MADRID 13 maio (EUROPA PRESS) -
O governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, incluiu na terça-feira Cuba na lista de países que "não cooperam plenamente com os esforços antiterroristas", depois que seu antecessor, Joe Biden, retirou a ilha caribenha dessa designação.
"Essa certificação significa uma proibição da venda ou licenciamento de exportações e serviços de defesa para Cuba", disse a porta-voz do Departamento de Estado dos EUA, Tammy Bruce, em um comunicado.
Washington argumentou que, em 2024, o "regime cubano" se recusou a cooperar com as autoridades para facilitar a deportação de pelo menos onze fugitivos da justiça que estavam enfrentando acusações relacionadas ao terrorismo nos Estados Unidos.
Além de incluir Cuba nessa "lista negra", o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, renovou essa medida para a Venezuela, a Coreia do Norte, o Irã e a Síria. No início de maio, Rubio pediu à ilha que entregasse a "pantera negra" Assata Shakur, procurada pelo assassinato de um militar americano em 1973.
"Os Estados Unidos continuarão a promover a cooperação internacional em questões de contraterrorismo. Também continuamos a promover a responsabilização de países que não se opõem ao terrorismo", acrescentou a porta-voz do Departamento de Estado.
O ex-presidente Biden retirou Cuba da lista de países que patrocinam o terrorismo em meados de janeiro, poucos dias depois da posse de Trump, que reintroduziu a medida durante seu primeiro mandato, em 20 de janeiro.
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