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MADRID 18 abr. (EUROPA PRESS) -
O governo dos Estados Unidos anunciou nesta quinta-feira a imposição de sanções contra o Banco Internacional do Iêmen (IBY) e três de seus diretores por seu apoio financeiro aos rebeldes houthis.
O Departamento do Tesouro sancionou o banco e três de seus dirigentes: o presidente, Kamal Husain al-Jebry; o gerente executivo, Ahmed Thabit Noman al-Absi; e o gerente adjunto, Abdulkader Ali Bazara.
O ministério defendeu a medida porque o banco, com sede na capital do Iêmen, Sana'a, é "controlado pelos houthis apoiados pelo Irã e fornece ao grupo terrorista acesso à rede SWIFT (Society for Worldwide Interbank Financial Telecommunication)", que permitiu ao grupo islâmico "comprar petróleo".
O Yemen International Bank também "facilitou as tentativas dos houthis de escapar do monitoramento de sanções e os ajudou a mobilizar recursos e confiscar bens de seus oponentes".
"Instituições financeiras como o IBY são cruciais para os esforços dos houthis para acessar o sistema financeiro internacional e ameaçar tanto a região quanto o comércio internacional", disse o subsecretário do Tesouro, Michael Faulkender.
Em um comunicado, ele reafirmou o "compromisso" das autoridades norte-americanas e da pasta em particular "com o governo internacionalmente reconhecido do Iêmen para impedir" que a insurgência "obtenha fundos" que lhes permitam realizar "seus ataques desestabilizadores".
Essas sanções se somam àquelas impostas no início deste ano contra o Yemen-Kuwait Bank for Trade and Investment (YSC), "ressaltando o apoio do Tesouro à soberania" das autoridades internacionalmente reconhecidas do país árabe.
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