Europa Press/Contacto/Nicaragua Government
MADRID 18 abr. (EUROPA PRESS) -
O Departamento de Estado dos EUA anunciou restrições de visto para mais de 250 funcionários do governo nicaraguense, liderado pelo presidente Daniel Ortega, em represália por ameaçar a democracia e privar o povo nicaraguense de suas "liberdades fundamentais".
"Ao marcarmos sete anos desde a brutal repressão do regime de Ortega e Murillo contra os manifestantes, refletimos sobre a coragem e o desejo dos manifestantes de viver em uma Nicarágua livre da tirania", disse o secretário de Estado Marco Rubio em um comunicado.
A medida, executada de acordo com a Proclamação Presidencial 10309, "suspende a entrada nos Estados Unidos como imigrantes e não imigrantes de membros do governo da Nicarágua e outras pessoas que implementam políticas ou ações que prejudicam ou se beneficiam de instituições democráticas".
Com essas novas restrições anunciadas na sexta-feira, mais de 2.000 funcionários estão agora impedidos de entrar no país. "Os Estados Unidos não tolerarão os contínuos ataques de Ortega e Murillo à Nicarágua", reiterou o secretário de Estado.
A deriva antidemocrática piorou após os protestos de 2018, que deixaram mais de 300 pessoas mortas, e resultou em prisões arbitrárias, expulsões forçadas e privação de nacionalidade, bem como o cancelamento de várias ONGs e universidades que foram o foco das manifestações antigovernamentais.
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