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MADRID 3 jun. (EUROPA PRESS) -
O Departamento de Estado dos Estados Unidos anunciou nesta terça-feira que emitiu restrições de visto contra funcionários de vários países da América Central que cooperam com as missões médicas do governo cubano, que Washington considera como "trabalho forçado".
"Esses funcionários são responsáveis por programas de missões médicas cubanas que incluem elementos de trabalho forçado e exploração de trabalhadores cubanos", explicou o secretário de Estado, Marco Rubio, que justificou essa medida como "promoção da responsabilidade" para aqueles que "apoiam e perpetuam essas práticas".
O chefe da diplomacia dos EUA denunciou que "o programa de exportação de mão de obra cubana abusa dos participantes, enriquece o corrupto regime cubano e priva os cubanos comuns do atendimento médico essencial de que precisam desesperadamente em sua terra natal".
Ele disse que seu objetivo "é apoiar o povo cubano em sua busca por liberdade e dignidade, ao mesmo tempo em que promove a responsabilização daqueles que contribuem para um sistema de trabalho forçado".
"Ao implementar essas restrições, os Estados Unidos enviam uma mensagem clara sobre nosso compromisso de promover os direitos humanos e o respeito aos direitos trabalhistas em todo o mundo. Incentivamos outros países a se juntarem a nós nesse esforço", acrescentou.
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