Publicado 28/08/2025 14:15

EUA dizem que os "ataques cruéis" da Rússia em Kiev "ameaçam a paz que Trump está buscando"

Archivo - Arquivo - 18 de fevereiro de 2025, Bruxelas, Bxl, Bélgica: O enviado especial dos EUA para a Ucrânia e a Rússia, general Keith Kellogg, antes da reunião na sede do Conselho Europeu em Bruxelas, Bélgica, terça-feira, 18.02.2025. As discussões se
Europa Press/Contacto/Wiktor Dabkowski - Arquivo

MADRID 28 ago. (EUROPA PRESS) -

O enviado especial dos Estados Unidos para a Ucrânia, Keith Kellogg, lamentou na quinta-feira o ataque mortal em grande escala lançado pelas forças russas em Kiev e advertiu que tais "atrocidades" prejudicam os esforços do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para alcançar a paz.

Kellogg se referiu ao último ataque à capital ucraniana como o segundo maior de toda a guerra, com a Rússia usando 600 drones e cerca de 30 mísseis. "Os alvos? Não eram soldados ou armas, mas áreas residenciais de Kiev", reclamou o enviado especial de Trump.

Ele também apontou que outras instalações civis e até mesmo escritórios diplomáticos da União Europeia e uma instituição cultural no Reino Unido foram atingidos. "Esses ataques hediondos ameaçam a paz que o presidente Donald Trump está buscando", disse ele.

Os ataques que caíram durante a noite em Kiev deixaram até agora 19 pessoas mortas e mais de 60 feridas, números que podem aumentar à medida que os esforços de emergência e resgate continuam.

O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky disse que, com esses novos ataques, a Rússia está mais uma vez mostrando ao mundo que não quer a paz e pediu à comunidade internacional que intensifique as sanções. "Eles só entendem de força e pressão. Para cada ataque, ela deve sofrer as consequências", disse ele.

Por sua vez, a Rússia argumentou que os ataques tiveram como alvo bem-sucedido "empresas do complexo militar-industrial e bases aéreas na Ucrânia".

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

Contenido patrocinado