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MADRID 22 jul. (EUROPA PRESS) -
As autoridades norte-americanas confirmaram a detenção na China, desde abril passado, de um funcionário do Departamento de Comércio que foi "sujeito a uma proibição de saída", assegurando que ele viajou ao gigante asiático "em caráter pessoal".
Foi o que afirmou o Departamento de Estado em um comunicado divulgado pela agência de notícias Bloomberg, no qual indicou que se tratava de um funcionário do Escritório de Patentes e Marcas Registradas dos Estados Unidos (USPTO).
"Estamos acompanhando esse caso de perto e estamos empenhados em trabalhar com as autoridades chinesas para resolver a situação o mais rápido possível", disse a pasta diplomática dos EUA.
A nota do Departamento de Estado confirma informações publicadas anteriormente pelo Washington Post, segundo as quais Pequim havia impedido o cidadão chinês-americano de deixar o país porque ele não havia declarado em seu pedido de visto que trabalhava para Washington.
O South China Morning Post informou no domingo que a prisão ocorreu na cidade de Chengdu, no sudoeste da China, em abril passado.
As fontes do jornal disseram que as autoridades chinesas impediram o veterano de deixar o país por acreditarem que ele estava "envolvido em ações que Pequim considerava prejudiciais à segurança nacional".
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