Publicado 19/05/2025 22:58

EUA aprovam lei contra pornografia de vingança e pornografia gerada por inteligência artificial

O presidente e a primeira-dama dos EUA, Donald e Melania Trump, na assinatura da lei "Eliminate It Act" contra a pornografia de vingança e imagens explícitas geradas com inteligência artificial.
CASA BLANCA / ESTADOS UNIDOS

MADRID 20 maio (EUROPA PRESS) -

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sancionou nesta segunda-feira uma lei que aumenta a proteção das vítimas de pornografia de vingança e de imagens sexuais geradas por inteligência artificial (IA). Na cerimônia, o líder também incentivou a primeira-dama, Melania Trump, a assinar a lei por seu apoio à iniciativa.

"Esta será a primeira lei federal da história para combater a distribuição de imagens explícitas, imagens imaginárias, publicadas sem o consentimento do sujeito, tirando fotos horríveis, e acho que às vezes até inventando as imagens que eles publicam sem consentimento ou qualquer outra coisa", disse ele em declarações relatadas pela rede de televisão CNN.

Trump brincou que ele é um alvo frequente de imagens manipuladas por inteligência artificial.

O 'Take It Down Act' tem como objetivo aumentar a responsabilidade das plataformas tecnológicas onde a pornografia de vingança e as imagens explícitas geradas por IA são compartilhadas, além de fornecer às autoridades clareza sobre como processar essas atividades.

Anteriormente, a lei federal proibia a criação ou o compartilhamento de imagens explícitas realistas de crianças geradas por inteligência artificial, mas as leis que protegiam as vítimas adultas variavam de estado para estado e não existiam em todo o país.

"A inteligência artificial e as redes sociais (...) podem se tornar armas, moldar crenças e, infelizmente, afetar emoções e até mesmo ser mortais", disse Melania Trump, que nos últimos meses se reuniu com vítimas, familiares e ativistas.

Em particular, a primeira-dama dos EUA destacou Elliston Berry, uma vítima de 15 anos de pornografia gerada por IA, por "defender corajosamente a mudança, apesar dos riscos para ela e sua família" e por "tornar esse projeto de lei uma prioridade nacional".

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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