MADRID 30 jul. (EUROPA PRESS) -
As autoridades dos Estados Unidos anunciaram nesta terça-feira a repatriação de um menor americano de um campo de deslocados no nordeste da Síria, onde estão detidos familiares de jihadistas do Estado Islâmico.
O Departamento de Estado disse que a repatriação ocorreu "na semana passada" em uma declaração na qual afirmou que os esforços conjuntos com o Federal Bureau of Investigation (FBI), Customs and Border Protection (CBP) e o Pentágono "deram a essa criança, que não conhece nada da vida fora dos campos, um futuro livre da influência e dos perigos do terrorismo do Estado Islâmico".
O portfólio diplomático dos EUA aproveitou a oportunidade para pedir a outros países que façam o mesmo com seus cidadãos nesses campos, onde vivem aproximadamente 30.000 pessoas de mais de 70 países, a maioria delas crianças com menos de 12 anos de idade. Esses menores "merecem uma chance de viver fora dos campos", disse ela.
"Assim como fazemos com nossos próprios cidadãos, todos os países devem assumir a responsabilidade por seus cidadãos no nordeste da Síria e não esperar que outros resolvam o problema para eles. Eles também devem compartilhar o ônus de cuidar e repatriar seus cidadãos", disse ele em uma nota na qual garantiu que "a única solução duradoura para a crise humanitária e de segurança no nordeste da Síria é que os países de origem repatriem, reabilitem, reintegrem e, quando apropriado, garantam a responsabilização de seus cidadãos".
Washington também indicou que essa ação deve ser estendida àqueles que lutaram pelo Estado Islâmico e que agora estão detidos em centros de detenção sob o controle das Forças Democráticas da Síria (SDF), a quem transmitiu "(seu) sincero agradecimento (...) por sua ajuda em facilitar essa repatriação e seu compromisso em garantir a derrota final do Estado Islâmico".
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