Europa Press/Contacto/Maksim Konstantinov
MADRID 15 mar. (EUROPA PRESS) -
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta sexta-feira a morte de um líder "fugitivo" do Estado Islâmico no Iraque em uma operação conjunta em coordenação com o governo iraquiano e as autoridades regionais curdas.
Posteriormente, o Comando Central dos Estados Unidos (CENTCOM) especificou que a operação consistiu em "um ataque aéreo de precisão na província (iraquiana) de Al Anbar", onde "o número 2 do ISIS global, chefe de operações globais e emir do Comitê Delegado, Abdallah Makki Muslih al Rifai, conhecido como 'Abu Khadijah', e outro agente do ISIS" foram mortos.
A mesma instituição revelou em uma publicação em sua conta na rede social X que ambos "usavam coletes suicidas não detonados e carregavam várias armas" quando foram encontrados, já sem vida, e antes que as forças iraquianas realizassem as verificações de DNA relevantes para estabelecer a identidade do falecido.
O CENTCOM atribuiu a Abu Khadijah "a responsabilidade pelas operações, logística e planejamento" dos atos perpetrados pelo Estado Islâmico em todo o mundo, bem como a gestão de "uma parte significativa das finanças da organização global do grupo", tudo a partir de sua posição como líder do "mais importante órgão de tomada de decisões" da organização terrorista.
"Abu Khadijah era um dos membros mais importantes do ISIS em toda a organização global do ISIS. Continuaremos a eliminar terroristas e a desmantelar organizações que ameaçam nossa pátria e o pessoal dos Estados Unidos, seus aliados e parceiros na região e além", disse o general Michael Erik Kurilla, comandante do Comando Central dos EUA.
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