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MADRID, 21 nov. (EUROPA PRESS) -
Os Estados Unidos anunciaram nesta sexta-feira que começarão a "escrutinar" a política migratória de seus aliados ocidentais por meio da elaboração de relatórios por suas missões diplomáticas que avaliarão "as implicações dos direitos humanos e o impacto na segurança pública da migração em massa", que foi descrita como uma "ameaça existencial" e uma "crise global".
"A migração em massa representa uma ameaça existencial à civilização ocidental e prejudica a estabilidade dos principais aliados dos EUA", afirmou o Departamento de Estado em um comunicado divulgado na sexta-feira.
Em sua nota, a pasta chefiada por Marco Rubio não quis especificar quais países serão afetados por essas avaliações. Os critérios, observa, serão direcionados em geral contra aqueles que demonstram "leniência" com "crimes e abusos de direitos humanos cometidos por migrantes" ou que desenvolvem "um sistema que coloca os migrantes à frente de seus próprios cidadãos".
Essas avaliações também denunciarão "políticas punitivas" contra cidadãos que expressem dissidência contra "a imigração em massa ou documentem crimes ou abusos de direitos humanos cometidos por pessoas com histórico de migração".
O Departamento de Estado procurou garantir que os EUA respeitem "a soberania de seus aliados", mas, mesmo assim, pediu aos governos ocidentais que "se envolvam de forma construtiva com o crescente número de cidadãos preocupados com a migração em massa" e reiterou que "está pronto para ajudar seus aliados a resolver" o que descreve como uma "crise global".
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