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MADRID 1 maio (EUROPA PRESS) -
O governo dos Estados Unidos sancionou duas pessoas e três empresas mexicanas supostamente ligadas ao Cartel de Jalisco - Nova Geração (CJNG) e, mais especificamente, ao tráfico de fentanil e ao roubo de combustível, atividades que geram "centenas de milhões de dólares" por ano para a rede criminosa no país vizinho.
A lista do Departamento do Tesouro dos EUA agora inclui César Morfin Morfin, conhecido como "Primito" e líder da CJNG no estado mexicano de Tamaulipas. Também cita dois membros da família e associados e duas empresas que servem de fachada - Servicios Logisticos Ambientales e Grupo Jala Logistica.
O secretário do Tesouro, Scott Bessent, alertou em uma declaração que o roubo e o contrabando de combustível representam uma fonte essencial de renda para um cartel que já é classificado nos Estados Unidos como uma organização terrorista. Por esse motivo, o governo de Donald Trump está comprometido a "usar todas as ferramentas possíveis" para atacar essas redes criminosas.
Para isso, o Departamento de Estado dos EUA também aproveitou a oportunidade para lembrar que há uma recompensa de até 15 milhões de dólares por informações que levem à prisão ou condenação de Nemesio Rubén Oseguera Cervantes, "El Mencho", o atual líder do CJNG.
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