Europa Press/Contacto/M. Scott Brauer
MADRID 17 jan. (EUROPA PRESS) - A Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA, na sigla em inglês) pediu “cuidado” às companhias aéreas norte-americanas ao sobrevoar zonas do espaço aéreo de países como México, Colômbia, Equador e outros Estados da América Central devido ao perigo existente diante de “atividades militares”.
“Recomenda-se aos operadores norte-americanos que exijam cautela ao operar nas zonas marítimas sobre o Oceano Pacífico na Região de Informação de Voo da América Central (MHTG) devido a atividades militares e interferências de GPS. Existem riscos potenciais para as aeronaves em todas as altitudes, incluindo durante o sobrevoo e as fases de chegada e partida do voo”, indicou a FAA. As zonas designadas correspondem à costa pacífica dos países mencionados e o aviso tem a duração de 60 dias, ou seja, até 26 de março.
As atividades militares na zona do Pacífico oriental e do Mar do Caribe intensificaram-se há vários meses, quando o Exército dos Estados Unidos lançou a operação "Lança do Sul", que levou ao bombardeamento contínuo de embarcações suspeitas de transportarem drogas. Este novo aviso não parece descartar a continuação destas ações militares.
Da mesma forma, as forças americanas interceptaram até o momento seis petroleiros venezuelanos no âmbito da campanha lançada por Trump em 2025 contra supostas atividades ilegais na Venezuela. A campanha atingiu seu auge em 3 de janeiro, quando Washington lançou um ataque contra o país sul-americano que deixou cerca de cem mortos e resultou na captura do presidente do país, Nicolás Maduro.
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