Publicado 14/09/2026 03:10

Estudante espanhola de 21 anos, que estava em um programa de intercâmbio em uma universidade de Morelos, foi assassinada no México

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Josue Perez / Zuma Press / Europa Press - Arquivo

Autoridades mexicanas abrem investigação por feminicídio após o assassinato de Claudia Tacoronte Aguilera

MADRID, 14 set. (EUROPA PRESS) -

Uma estudante espanhola de intercâmbio foi assassinada no sábado na cidade mexicana de Cuautla, localizada no estado de Morelos (centro), conforme confirmaram nesta segunda-feira a universidade na qual ela estudava no país norte-americano e a governadora do estado, Margarita González Saravia.

A Universidade Autônoma do Estado de Morelos (UAEM) manifestou, em um comunicado, sua “profunda indignação” pela morte da estudante, identificada como Claudia Tacoronte Aguilera, de 21 anos, que “estava realizando um intercâmbio acadêmico” na instituição e que “infelizmente foi vítima de feminicídio em fatos ocorridos na Casa da Cultura de Cuautla”.

“A Universidade Autônoma do Estado de Morelos expressa suas mais sinceras condolências à família, aos amigos, às colegas e colegas, à Universidade de Granada, instituição da qual ela provém, bem como ao governo e à sociedade espanhola”, afirmou a instituição universitária.

Assim, ressaltou que a universidade acionou “os protocolos e mecanismos institucionais correspondentes” assim que tomou conhecimento dos fatos, com o objetivo de “manter abertos os canais de comunicação e atendimento à família, por meio da Universidade de Granada e das autoridades consulares espanholas, bem como para atender às solicitações que, no âmbito de suas respectivas atribuições, sejam necessárias”.

A UEAM exigiu ainda do Ministério Público Geral de Morelos e das autoridades competentes “uma investigação imediata, exaustiva e com perspectiva de gênero rigorosa para garantir justiça e evitar a impunidade”, antes de fazer um apelo para que “ajam com responsabilidade e sensibilidade” ao abordar o caso e informar sobre o ocorrido.

Por sua vez, González Saravia lamentou a morte da jovem e expressou sua “solidariedade” à família, aos entes queridos e à comunidade da UAEM, ao mesmo tempo em que destacou, em um comunicado nas redes sociais, que “desde que se tomou conhecimento dos fatos, as autoridades competentes trabalham de forma coordenada no caso”.

“A Procuradoria-Geral do Estado iniciou a investigação e acionou os protocolos correspondentes; caberá a essa instituição determinar as circunstâncias do ocorrido e, se for o caso, as responsabilidades à medida que a investigação avançar”, destacou a governadora de Morelos.

“Da mesma forma, foi estabelecido contato com o Consulado da Espanha no México para oferecer acompanhamento institucional aos familiares da vítima”, confirmou González Saravia, que garantiu que as autoridades contribuirão “para o esclarecimento dos fatos” e trabalharão para melhorar as condições de segurança das mulheres, os jovens e os membros da comunidade universitária em Morelos”.

O promotor de Morelos, Fernando Blumenkron, destacou em declarações à imprensa que “a Promotoria Geral do estado interveio desde o primeiro momento na remoção do corpo seguindo o protocolo de feminicídio, que é uma das orientações estabelecidas para qualquer morte violenta de uma mulher”. “Estamos conduzindo as investigações”, concluiu.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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