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MADRID 9 fev. (EUROPA PRESS) - A Estônia anunciou nesta segunda-feira que vetará a entrada no país de outros 1.073 combatentes russos na guerra da Ucrânia, seguindo a medida adotada em meados de janeiro contra cerca de 200 cidadãos russos que participaram do ataque militar russo, alegando motivos de segurança.
“A Estônia proibiu a entrada no espaço Schengen de outros 1.073 combatentes que lutaram contra a Ucrânia”, anunciou o primeiro-ministro estoniano, Kristen Michal, em uma mensagem nas redes sociais, na qual lembrou que cerca de 1,5 milhão de pessoas participaram da agressão russa contra a Ucrânia.
Segundo o líder báltico, esses combatentes “retornam para casa com violência”. “A criminalidade grave está aumentando. E esse risco não se detém nas fronteiras”, afirmou, para justificar a entrada dessas pessoas no território da União. “A Europa deve agir agora para proteger nossa população e exigir responsabilidades do agressor”, acrescentou Michal.
Esta medida de Tallin segue a primeira medida deste tipo adotada em janeiro contra 261 russos que lutaram ao lado do exército de Moscou. A Estônia liderou, juntamente com outras nações bálticas, as demandas no seio da UE para aprovar limitações à entrada de cidadãos russos no bloco europeu. Em 2022, pouco depois do início da guerra, as autoridades estonianas endureceram as condições para a entrada de turistas russos.
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