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MADRID 30 abr. (EUROPA PRESS) -
O primeiro-ministro da Estônia, Kristen Michal, disse na quarta-feira que está disposto a contribuir para um hipotético contingente militar internacional enviado à Ucrânia como garantia de segurança depois que um acordo de paz for alcançado.
"A Estônia está pronta para apoiar a força de dissuasão ucraniana com uma unidade do tamanho de uma companhia, treinadores e oficiais de pessoal, uma vez que ela seja formada", anunciou em sua conta no X.
Michal reconheceu que, embora "a melhor garantia de segurança" fosse a adesão da Ucrânia à OTAN, a chamada "coalizão dos dispostos" - uma série de países liderados pela França e pelo Reino Unido dispostos a apoiar um destacamento militar em território ucraniano - "deve estar pronta para agir".
"A segurança da Ucrânia é a nossa segurança", enfatizou o primeiro-ministro da Estônia, explicando em uma declaração separada do Ministério das Relações Exteriores que a decisão deve ser aprovada primeiro pelo parlamento.
"A segurança da Ucrânia é a segurança da Europa. Uma Ucrânia independente e soberana, que pertence à família europeia, é a melhor garantia estratégica para todos nós contra o imperialismo de Moscou. Devemos mostrar que podemos apoiar boas ideias com ações", disse ele.
A Rússia já alertou sobre os riscos de tal implantação. Por sua vez, Londres e Paris, juntamente com outros parceiros europeus, temem que as concessões que Kiev é forçada a aceitar durante as negociações, e sem garantias de segurança ocidentais firmes, poderiam tornar a Ucrânia vulnerável a novas agressões russas.
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