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MADRID 1 jun. (EUROPA PRESS) -
As autoridades da Estônia saudaram nesta segunda-feira a apreensão, pela Marinha francesa em águas do Oceano Atlântico, de um petroleiro “sujeito a sanções internacionais”, afirmando que “isso envia a mensagem certa”.
“A França envia a mensagem certa: o descumprimento das sanções não será tolerado. A frota na sombra da Rússia mantém o fluxo de receitas do petróleo para o Kremlin, ao mesmo tempo em que prejudica a segurança marítima e as normas ambientais”, destacou o ministro das Relações Exteriores da Estônia, Margus Tsahkna, em uma mensagem nas redes sociais.
Nesse sentido, ele enfatizou que a Europa precisa “continuar a estreitar o cerco em torno dos navios, das empresas e das redes que possibilitam esse comércio”.
O presidente da França, Emmanuel Macron, informou sobre a operação que ocorreu neste domingo “em alto mar” e “com o apoio de vários parceiros, entre eles o Reino Unido, em estrito respeito ao Direito do Mar”.
O líder francês ressaltou que “é inaceitável que os navios contornem as sanções internacionais, violem o direito marítimo e financiem a guerra que a Rússia vem travando contra a Ucrânia há mais de quatro anos”.
Esta apreensão é a quarta desde setembro de 2025, enquanto a Rússia denunciou que as ações da Marinha francesa “beiram a pirataria”. “Consideramos ilegais essas ações. Beiram a pirataria internacional”, afirmou o porta-voz do Kremlin, Dimitri Peskov, que ressaltou que Moscou “discorda totalmente” de que essas medidas estejam em conformidade com o Direito Internacional.
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